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Custo de vida nos EUA x Custo de vida no Brasil
Custo de vida nos EUA x Custo de vida no Brasil

Fizemos um comparativo entre o custo de vida nos Estados Unidos e no Brasil. Veja o resultado!

Até há alguns anos, muitos jovens não sabiam o que era inflação: simplesmente não haviam nascido ou não se lembravam da época em que os preços não paravam de subir e a desvalorização da moeda brasileira em relação ao dólar aumentava ainda mais a distância entre os dois países. Uma época em que o planejamento mensal era praticamente impossível por causa da dança dos preços e os juros altíssimos inviabilizava ainda mais o financiamento dos imóveis, deixando o sonho da casa própria cada vez mais longe da realidade.

Hoje, infelizmente, não há quem não saiba, já que o próprio Banco Central avisa que 2015 deve encerrar com a maior inflação registrada nos últimos 12 anos, em 9,34%. O Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), por sua vez, é o menor em 25 anos, com recuo de 2,70%; desemprego em alta, assim como a taxa Selic, em 14,25%, e o dólar, a R$4,14, um recorde.

Por outro lado, nos EUA…

Nem um pouco parecido com os Estados Unidos, aquele mesmo que passou maus momentos com a crise econômica internacional e sofreu com a bolha imobiliária em 2008. Apenas sete anos depois, com a economia em crescimento e o custo de vida estável, o Banco Central americano decide manter a taxa de juros próxima a zero (0% a 0,25%), mesmo quando a possível alta, a primeira em quase uma década, era ansiosamente aguardada. O motivo? Manter a expansão econômica que, ainda que em ritmo moderado, mantém o desemprego em queda e os ganhos sólidos no mercado de trabalho.

Da mesma forma, a inflação americana, em 1,4%, reflete a estabilidade dos preços, o que pode significar uma certa estagnação mas, para o consumidor, demonstra um custo de vida estável, com planejamento perfeitamente possível e metas facilmente alcançadas. Para os americanos é a recuperação de uma economia forte, para os brasileiros, uma verdadeira rota de fuga, mesmo com a disparada do dólar em relação ao real: ainda assim os imóveis americanos são muito mais baratos que os brasileiros, os juros baixos tornam os financiamentos extremamente atraentes mesmo para os estrangeiros e as oportunidades de crescimento e de investimento são reais.

No dia a dia, facilidades na medida do esperado

Que ninguém se engane, não é um mar de rosas a princípio, mas para quem tem casa em Orlando as oportunidades de desdobram. Sem o Social Security Number (SSN), o equivalente ao nosso CPF, as coisas podem ser um pouco mais complicadas, mas de uma forma geral há alternativas e os produtos são bem mais baratos do que no Brasil, o que torna a relação custo x qualidade de vida extremamente positiva.

É muito mais fácil comprar casa em Orlando, por exemplo, do que no Brasil: elas custam cerca de um terço do valor em terras tupiniquins e você ainda pode ter o retorno do investimento se alugar por temporada nos meses ociosos para outros brasileiros. Mas se a ideia for moradia fixa, há facilidades para tirar o green card para investimentos acima de US$ 500 mil em determinados tipos de negócios.

Na rotina diária a realidade é completamente diferente da brasileira: mesmo sem o SSN você pode comprar um carro em cash, usado ou novo, por cerca da metade do preço que você compraria no Brasil. Por 35MB de internet (mesmo, sem os famosos 10% do Brasil) mais telefone ilimitado para ligações locais você paga cerca de US$60.

Você também encontra aparelhos celulares top de linha por US$ 300 ou menos, e a cesta básica (e a nem tão básica assim) é tão mais em conta que chega a ser inacreditável: você pode encher o carrinho no Wallmart com apenas US$ 150 – mas é possível comprar duas dúzias de Coca-cola por US$ 6 ou 30 garrafinhas de água por US$ 4. Um pouco mais caros são os alimentos naturais e os orgânicos, mas nada que inviabilize uma boa salda diária.

Agora, se vale ou não a pena adotar essa rota de fuga essa é uma pergunta que só você poderá responder. Para quem não pretende sair do Brasil uma boa dica pode ser blindar seu capital em um investimento como a compra de um imóvel em Orlando. O preço bem mais em conta do que os praticados no mercado imobiliário brasileiro, a praticamente inexistente burocracia e a possibilidade de retorno do investimento com aluguel por temporada para outros brasileiros torna esse um excelente negócio. E você ainda pode passar as suas férias com a família aproveitando toda a diversão da terra do Mickey enquanto aproveita para conhecer de perto o custo de vida nos EUA. Aí sim, você pode decidir o melhor caminho a seguir.